terça-feira, 12 de abril de 2011

Postagem rápida e de explicação.

Não, esse blog NÃO é para ser levado totalmente a sério. Eu não tenho ainda um estilo literário definitdo, portanto passo dos contos tradicionais, às auto análises, passando pelas crônicas cotidianas e os diálogos fictícios. Portanto, não acreditem que aqui está sustentada a imagem de uma escritora. Aqui é o retrato da alma de uma pessoa qualquer, que habita esse enorme aglomerado de gente chamado Planeta Terra, e como qualquer outro indivíduo da espécie Sapien Sapiens tem frustrações, e principalmente, necessidades de coloca-las para fora, necessidade de expor sua alma em forma de arte. A arte, nesse caso, é a literatura.
Não sei se ao longo dos anos terei uma base sólida o suficiente para manter meus escritos coerentes entre si, mas na realidade, eu espero manter minha escrita desordenada, pois assim posso ser e deixar de ser o que quiser, e com total liberdade conforme escrevo. Só peço que não me reprimam, não me apontem como má escritora, pois nem escritora sou. 
Quando eu tinha sete anos, eu tive que fazer uma redação para a escola, e acabei me soltando além do que os limites me permitiam, e foi ali que descobri que escrever era o que eu queria fazer, apenas com o intuito de ser quem eu era, e quem eu sou. A escrita tem feito parte da minha formação como ser humano desde que eu me conheço por gente, e nunca me lembro de ter escrito de forma coerente.
Lembro de ter tido vários diários, lembro de ter inventado códigos quando era criança, lembro ter um caderninho de poesias aos oito/nove anos. Lembro de ter começado vários romances inacabados, que geralmente não conseguiam passar das primeiras páginas. 
Hoje escrevo talvez um pouco mais enfaticamente. Em alguns momentos, tento transmitir idéias, passar mensagens, mas nunca com o desejo de me prender a esse único estilo de linguagem.
Enfim, o post rápido acabou ficando deveras longo, mas acho que falei o que precisava.

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